Usiminas Começa 2026 Ajustando as Velas: De Prejuízos a Lucro e Investimento Pesado
Depois de um ano turbulento, a Usiminas fecha 2025 com lucro de R$ 129 milhões no Q4 e anuncia investimentos de R$ 1,4 a R$ 1,6 bilhão para 2026. Exportações crescem 28% e empresa aposta em modernização para recuperar rentabilidade.
ECONOMIA
Bugiganga News
2/20/20262 min ler


Salve, meu investidor de confusão! Se 2025 foi um ano de "apagar incêndio" para a Usiminas (USIM5), 2026 começa com um cheiro de aço novo no ar. Depois de amargar prejuízos e enfrentar a reforma do Alto-Forno 3 em Ipatinga, a gigante mineira finalmente botou a cabeça para fora d'água no fechamento do quarto trimestre de 2025 (4T25).
O Lucro Apareceu (Mas Sem Fogos de Artifício): A Usiminas reportou um lucro líquido de R$ 129 milhões no 4T25. Para quem vinha de um prejuízo de R$ 839 milhões no trimestre anterior, isso é música para os ouvidos. O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado ficou em R$ 432 milhões, com uma margem de 7%. Não é uma Brastemp, mas mostra que a operação está voltando aos trilhos.
O Plano para 2026: Investimento Pesado: A empresa não quer apenas sobreviver; quer modernizar. O guidance de CAPEX (investimento) para 2026 foi anunciado entre R$ 1,4 bilhão e R$ 1,6 bilhão. O foco? Manutenção e otimização das plantas para reduzir o custo de produção, que ainda é o calcanhar de Aquiles da companhia.
Exportações em Alta: Com o mercado interno ainda em marcha lenta, a Usiminas olhou para fora. As vendas para o exterior saltaram 28% em volume no último trimestre de 2025. O dólar alto ajudou a dar um "up" na receita em reais, compensando parte da queda nos preços internacionais do aço.
Mineração Sustentando o Barraco: A Musa (Mineração Usiminas) continua sendo a joia da coroa. Com custos de extração controlados, a divisão de minério de ferro garantiu um fluxo de caixa saudável, permitindo que a siderurgia respire enquanto ajusta a eficiência operacional.
O Que Esperar? O mercado ainda olha para USIM5 com cautela. A entrada de aço chinês barato continua sendo o grande vilão da história, pressionando as margens. Porém, com a operação de Ipatinga estabilizada e o caixa reforçado, a Usiminas entra em 2026 pronta para a briga.
Resumo da Ópera: Se você é acionista, o pior parece ter passado. Agora, o jogo é de paciência: ver se esse investimento bilionário vai realmente se traduzir em eficiência e se o governo vai dar aquela "mãozinha" nas tarifas de importação para proteger a indústria nacional.
Adoro poder comentar e ver meu texto aparecer na hora, é muito interativo!
Ana Machado
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Leo Dybala
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